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18/08/2014

Estado de calamidade: C&P tem patamar negativo no mercado de emprego paulista

A indústria paulista de celulose, papel e produtos de papel contratou apenas 181 funcionários no acumulado dos meses deste ano.

Foto ilustrativa. (Fonte: google)

No estado de São Paulo entre janeiro e julho foram 15,5 mil demissões, patamar negativo não visto desde 2009, ano em que mais foram sentidos os reflexos da crise econômica mundial desencadeada em 2008. 

Na avaliação do Depecon (Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos) da Fiesp e Ciesp, a perda de empregos da indústria nos últimos três anos pode ser considerada como "uma calamidade" e o setor não deve se recuperar em 2015.
 
Conforme aponta a Pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo da Fiesp, em julho deste ano o segmento manufatureiro paulista fechou iguais 15,5 mil postos de trabalho.
 
A indústria deve encerrar mais de 100 mil vagas de trabalho até o fim deste ano. "Se nós somarmos os resultados são 88 mil empregos perdidos nos anos 2012 e 2013, e agora com mais de 100 mil empregos perdidos você vai acumular mais de 180 mil empregos perdidos no período de três anos", afirma o diretor do Depecon, Paulo Francini.
 
Na leitura com ajuste sazonal, o emprego industrial caiu 0,70% em julho. Já no acumulado do ano, a perda significa uma queda de 0,60%, o pior desempenho desde 2009, quando índice caiu 2,03%.
 
Outros setores também em baixa
 
Dos 22 setores analisados, 19 registraram baixa em seu quadro de funcionários, enquanto três contrataram. 
 
A indústria sucroalcooleira demitiu 2.585 funcionários em julho, enquanto a de transformação fechou 12.915 vagas. Já no acumulado do ano, de janeiro a julho, o segmento de açúcar e álcool criou 16.498 postos de trabalho, enquanto o setor manufatureiro fechou o mesmo período com 31.998 empregos a menos. 
 
A indústria de máquinas e equipamentos se destacou entre as perdas de julho com fechamento de 2.127 postos de trabalho, seguido pelos setor de produtos alimentícios, com 1.904 demissões. Já no campo das contratações, a indústria de produtos químicos criou 554 vagas no mês passado.
 
Na contramão, o setor de coque, petróleo e biocombustíveis, foi destaque entre as contratações no acumulado do ano com variação positiva de 9,2%, seguido pela indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e óticos, com alta de 5,5%.


Fonte: DCI / Adaptado por CeluloseOnline



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