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10/11/2014

Incêndios florestais cresceram até 275% no Sudeste

Foto Google

Segundo um levantamento feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), entre 1º de janeiro até o último dia 03 de novembro, foram registrados, somente no estado de Minas Gerais, 11.872 focos de incêndio florestal, um aumento de 135% em relação aos 5.042 casos de 2011.

Em todos os outros três estados do Sudeste – São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo – também houve crescimento, a exemplo do que ocorreu em quase todo o Brasil. Apenas Alagoas, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Sergipe tiveram leve queda no período, de 1%, 7%, 26% e 49%.

O Rio de Janeiro teve proporcionalmente o maior crescimento no número de casos: foram 1.372 focos do início do ano até o começo de novembro, índice 275% superior aos 365 do ano passado. Com uma área muito maior do que a do estado de São Paulo – 248.209 km² ante 43.696 km² – supera o território fluminense em número de queimadas. Foram 4.606 focos de janeiro a novembro, aumento de 150% em relação aos 1.836 do período em 2013.

De acordo com a pesquisadora do Nepam (Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais) da Unicamp (Universidade de Campinas), Simone Aparecida Vieira, a estiagem é o principal fator que contribui para esses números. “Floresta tropical como a que temos só pega fogo quando está seca. Além disso, a falta de chuvas aumenta o material combustível na área – aquelas folhas secas que caem das árvores. Assim, a gravidade do incêndio cresce, bem como a possibilidade de ele se alastrar por áreas maiores”, explica Simone.

Instalado sobre a cidade de Cuiabá (MT), o satélite do Inpe tem capacidade de localizar qualquer queimada com mais de 30 metros de extensão. Ou seja, casos controlados antes de atingirem a medida não são incluídos na lista de focos de incêndio – caso contrário, os números poderiam ser bem maiores.

Em São Paulo, por exemplo, as chamadas de ocorrências de incêndios chegaram a 18.700 em 2014, índice muito superior ao total de 4.606 casos registrados como queimadas pelo Inpe. Em outubro passado, mês mais seco dos últimos 20 anos, a falta de chuvas elevou em 500% o número de casos, segundo a Secretaria do Meio Ambiente.


Fonte: Madeira Total / Adaptado por CeluloseOnline



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