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08/06/2015

Preservação de matas nativas garantem avanços na produção de madeira plantada

Cenibra mantém 250 mil hectares de florestas, dos quais 130 mil de eucaliptos tratados com investimento constante em manejo.

O consumidor pode não perceber, mas os cuidados na produção industrial ambientalmente correta começam, para alguns setores tradicionais da economia de Minas Gerais, no fornecimento das chamadas commodities, produtos agrícolas e minerais cotados no mercado internacional. Os fabricantes responsáveis pela transformação desses bens em produtos finais oferecidos no varejo apertaram as exigências sobre os fornecedores para o uso dos recursos naturais, o que tem impacto direto na competição entre eles.

Investimentos que eram avaliados sob o ponto de vista dos ganhos ambientais hoje fazem parte das estratégias para aumentar a eficiência dos processos produtivos, observa o presidente da Cenibra – Celulose Nipo-Brasileira, empresa mineira produtora e exportadora de celulose branqueada de eucalipto, Paulo Eduardo Rocha Brant. “Não há como separar a questão ambiental da econômica. A grande vantagem da indústria brasileira de celulose e papel é sua alta produtividade, e isso tem relação com a qualidade do solo e a preservação de recursos como a água”, afirma o executivo.

Toda a produção brasileira é baseada nas florestas plantadas de eucalipto. Autossuficiente em madeira, a Cenibra detém 250 mil hectares, dos quais 130 mil ha de plantações planejadas para o uso do eucalipto na indústria, localizada em Belo Oriente, no Vale do Rio Doce, e 100 mil ha de matas nativas preservadas. O fato de a empresa dispor de áreas nativas na proporção equivalente ao dobro do que determina o Código Florestal contribui para a conservação do ambiente no entorno da fábrica. Nascentes e matas ciliares conservadas são fundamentais para o equilíbrio ecológico e a qualidade do solo, que garantem a produtividade do eucalipto.

Com a evolução obtida nas florestas plantadas, cada hectare produz, em média, 50 metros cúbicos de madeira de eucalipto por ano, produtividade equivalente à média brasileira. “A cada ano, as equipes da área florestal, em convênio com especialistas de universidades e centros de pesquisa, obtêm clones que crescem mais rápido, apresentam maior resistência e que são capazes de produzir mais. Não fosse isso, os ganhos de rentabilidade seriam menores”, diz o presidente da Cenibra. A produtividade dos clones de eucalipto desenvolvidos na companhia tem aumentado 1% ao ano.

Do programa de investimentos de US$ 100 milhões previstos neste ano, um dos projetos mais importantes é o que busca a redução do consumo de água na fábrica. A meta é, em dois anos, diminuir o consumo atual de 40 para 30 a 32 metros cúbicos de água por tonelada de celulose produzida. Para isso, a empresa vai aplicar US$ 7,5 milhões em melhorias nos equipamentos da planta industrial. Paulo Brant observa que a idade da fábrica, em operação há 42 anos, é um complicador para a redução do insumo. As plantas novas são erguidas tendo como parâmetro um consumo médio de 25 metros cúbicos de água a cada tonelada fabricada.

O aporte financeiro reservado à unidade industrial vai somar US$ 35 milhões em 2015, incluindo iniciativas para redução do consumo de energia e de produtos químicos. O conjunto das medidas fortalece a posição da Cenibra frente aos concorrentes no exterior. A empresa exporta cerca de 95% da sua produção. Entre as certificações exigidas, uma das mais visadas pelos clientes é o selo FSC (Forest Stewardship Council), emitido por instituição internacional independente, que estabelece princípios e critérios do manejo florestal responsável. A empresa mineira é auditada todo ano pelo FSC. “É condição para entrar no jogo do mercado internacional”, diz o presidente da companhia.


Fonte: EM.com.br



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