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10/07/2015

Força-tarefa contra desmatamento ilegal registra resultados positivos

Intenção da integração entre órgãos estaduais e secretarias é unir forças para avançar no combate ao problema

O núcleo de comando e controle iniciou a operação Floresta Viva

O desmatamento ilegal é um problema que cada vez mais absorve os esforços do Acre. Para intensificar as ações de combate, representantes das secretarias e órgãos estaduais que compõem a força-tarefa formada pelo governo do Estado estiveram reunidos nesta semana. A intenção é avaliar a primeira semana de trabalho integrado.

O governo instituiu uma sala de situação, na Casa Civil, para planejar todas as ações que, além de definirem a agenda de trabalho, monitoram os resultados, semanalmente. Nesta primeira avaliação, todos os núcleos apresentaram resultados positivos em relação ao que ficou definido como prioridade. As equipes de Assistência Técnica Rural estão voltando às comunidades, localizadas em áreas consideradas críticas, para avaliar de que forma as atividades de produção são desenvolvidas pelos produtores.

Além disso, o núcleo de comando e controle iniciou a operação Floresta Viva, numa parceria entre o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e o Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA), que atua em várias regiões do Estado averiguando denúncias e autuando as irregularidades.

Já o trabalho do núcleo de monitoramento e inteligência é o responsável por nortear a programação das equipes. As informações geradas pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), são repassadas e processadas na Unidade Central de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto (Ucegeo), uma central que acompanha e registra dados sobre o desmatamento e as queimadas no Acre.

De acordo com a diretora técnica do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação dos Serviços Ambientais (IMC) do Acre, Vera Reis, que coordena o trabalho de produção de relatório técnico e estudo dos mapas, o cruzamento das informações é a base para o trabalho das equipes em campo.

“Os relatórios técnicos direcionam as ações. Eles apresentam indícios diretos de onde está acontecendo o ilícito. O cruzamento desses dados nos mostra onde o desmatamento ilegal está acontecendo e onde há o desmatamento, que, mesmo sendo legal, ocorre numa área onde os produtores estão recebendo os incentivos do governo como alternativa”, disse.


Fonte: Portal Amazônia



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