Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


22/08/2015

Segundo dados da Ibá, as exportações de celulose subiram 19,9% em fevereiro

No primeiro bimestre de 2015, o volume embarcado (para exportação) totalizou 1,8 milhão de toneladas.

Jorge Cajazeira, presidente do Sindpacel e executivo da Suzano Papel e Celulose.

Num cenário cheio de incertezas onde a crise é uma realidade, empresas do segmento de papel e celulose vão na contramão da economia e da desvalorização de commodities. Segundo dados da associação que representa o setor, a Indústria Brasileira de Árvores - Ibá, mostram que as exportações de celulose subiram 19,9% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2014. No primeiro bimestre de 2015, o volume embarcado (para exportação) totalizou 1,8 milhão de toneladas, um crescimento de 6,3%.

Diante deste cenário, as negociações coletivas de trabalho assumem um papel ainda mais importante para as entidades que representam empregadores e empregados e com base nisso, o Sindicato das Indústrias de Papel, Celulose, Papelão, Pasta de Madeira para Papel e Artefatos de Papel e Papelão no Estado da Bahia (Sindpacel) realizou o 1º Fórum de RH, na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).

Como convidado, o experiente debatedor Homero Arandas, Coordenador do Conselho de Relações Trabalhistas da Fieb, suscitou discussões acerca das negociações coletivas para o segundo semestre de 2015 e explanou de forma macro sobre o cenário atual das indústrias na Bahia e no Brasil. “Na atual confluência negativa de fatores econômicos, políticos e sociais, torna-se mais do que nunca necessário compreender que a negociação é um processo de troca e não apenas de acúmulo de direitos, benefícios e vantagens”, explica o coordenador do Conselho.

Jorge Cajazeira, presidente do Sindpacel e executivo da Suzano Papel e Celulose, ressalta a importância da mudança nas negociações, uma vez existe uma linha tênue entre o momento atual da economia e a o desenrolar do setor de papel e celulose, especificamente, que em meio à crise mundial ainda consegue exportar de forma significativa seus commodities. “Chegamos à conclusão que devemos mexer nas empresas e repensar as relações sindicais e trabalhistas: formar novos profissionais de relação do trabalho, abrir as empresas para que troquem experiências com outras de outros segmentos e trocar informações de forma mais ágil”.


Fonte: Painel Florestal - Assessoria



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

18/09/2020 às 03:29

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para carvão?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


1652 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey