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28/08/2017

País promove ações sustentáveis na siderurgia

Chamada pública apoiará tecnologias sustentáveis para o setor. Curso realizado em MG forma produtores de carvão vegetal usado em siderúrgicas.


Diversas medidas brasileiras garantirão a sustentabilidade na siderurgia. Foram prorrogadas até 15 de setembro as inscrições para a chamada pública que apoiará tecnologias sustentáveis para a produção e uso do carvão vegetal. Além disso, na última semana, produtores do insumo foram capacitados em Belo Horizonte (MG) para tornar o setor mais eficiente. As ações fazem parte do Projeto Siderurgia Sustentável, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
 
 
Acesse o edital (Processo Nº: JOF – 0191/2017)

Instituições públicas ou privadas de setores como o de ferro-gusa e aço poderão se candidatar para participar do “Mecanismo de Apoio ao Desenvolvimento, Melhoria e Demonstração de Tecnologias Sustentáveis de Produção e Uso de Carvão Vegetal na Indústria Siderúrgica”, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O edital também é destinado a entidades de produção de carvão vegetal e de seus coprodutos.

Com o Mecanismo de Apoio, o Projeto Siderurgia Sustentável busca alcançar uma redução mínima de emissão de gases de efeito estufa de 270 kg CO2e/tonelada de carvão vegetal produzido, além de catalisar, no mínimo, uma capacidade produtiva de 80 mil toneladas de carvão vegetal ao ano com o uso de tecnologias e processos sustentáveis.

MULTIPLICADORES

Pequenos e médios produtores de carvão vegetal em Minas Gerais participaram, na semana passada, da primeira capacitação de multiplicadores do setor. O curso buscou formar instrutores capazes de disseminar conhecimento em processos e tecnologias de produção sustentável adequadas ao produtor independente de carvão vegetal, mais eficientes dos pontos de vista ambiental, social e também econômico.

A capacitação, promovida pelo Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV), abordou o sistema forno-fornalha desenvolvido pela instituição e outros temas como qualidade da madeira, controle da temperatura dos fornos e tecnologias para queima dos gases da carbonização, que incluem os gases de efeito estufa. Os multiplicadores também aprenderam a avaliar a qualidade do carvão e conheceram formas de aproveitar resíduos de carvão vegetal para melhorar a viabilidade do negócio.

No Brasil, o carvão vegetal destina-se quase que exclusivamente ao setor siderúrgico, onde serve de fonte de energia e também insumo para a produção de ferro-gusa, aço e ferroligas. De acordo com o PNUD, o Projeto Siderurgia Sustentável trabalha o fortalecimento tanto da base tecnológica, com apoio à pesquisa e à inovação, como da capacitação dos produtores para a produção sustentável de carvão vegetal proveniente de florestas plantadas.

O treinamento faz parte da parceria entre PNUD e UFV, que conta ainda com a participação da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sebrae Minas Gerais e  Universidade Federal de Lavras (UFLA). O Governo de Minas Gerais também apoia a atividade, com a participação da Emater e Polo de Excelência em Floresta.

O PROJETO
Coordenado pelo MMA, o Projeto Siderurgia Sustentável busca diminuir as emissões de gases de efeito estufa na siderurgia brasileira (produção de ferro-gusa, aço e ferroligas). O foco da iniciativa é a implementação de um arcabouço político favorável à produção de carvão vegetal limpa, eficiente e efetivamente utilizado pelo setor siderúrgico. Também prevê o fortalecimento da base tecnológica e da capacidade humana e a criação de um mecanismo de apoio a novos investimentos baseado no monitoramento de desempenho.

O Projeto é executado com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e do Governo de Minas Gerais. Conta, ainda, com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF).


Fonte: Ministério do Meio Ambiente



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CIFlorestas disse:

18/11/2017 às 21:20

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