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25/05/2010

Representantes Divergem Sobre o Mercado de Carbono

Em audiência pública, ontem, na Comissão de Meio Ambiente da Câmara, os representantes dos Ministérios da Fazenda e da Ciência e Tecnologia divergiram sobre a intenção do governo de criar um mercado de crédito de carbono.

Emissões negativas da indústria poderão ser corrigidas através de investimentos das empresas em energia mais limpa e também através da comercialização, no mercado interno, de créditos de carbono. Esse balanço se dará entre setores poluidores e setores com saldo positivo de carbono.

Os deputados citaram a reportagem publicada pelo Estadão, segundo a qual a empresa que lançar na atmosfera quantidade de carbono acima de um limite a ser fixado pelo governo terá de comprar títulos (crédito de carbono) no mercado brasileiro, para fins de compensação.

São títulos de Redução Certificada de Emissão (RCE), regulados pelo Protocolo de Quioto - em projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Os créditos de carbono serão originários de projetos que evitam ou contribuem para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa na atmosfera.

A ideia foi criticada pelo coordenador-geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, José Domingos Miguez, para quem o setor produtivo será prejudicado. Segundo ele, se a meta de redução de gases for atingida exclusivamente com imposição de limites de emissão para as empresas, a consequência será uma queda de cerca de 3% do PIB.

O governo vai inspirar-se nas condições de Quioto para não confrontar o mercado internacional com regra própria.

Para o setor de celulose e papel, caso o governo crie um mercado de carbono, ainda remanesce a tarefa de negociar com as autoridades federais a aceitação dos créditos florestais para efeito de comercialização no mercado brasileiro.

O tema está ainda em desenvolvimento dentro do governo, mas sabe-se das intenções do Planalto em apresentar fórmula inovadora do Brasil na próxima COP 16, no México em dezembro de 2010.


Fonte: IPAM



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