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08/09/2010

MT Regional incentiva cultivo da seringueira no interior do Estado

O Programa de Implementação da Heveicultura em Mato Grosso, por meio do programa MT-Regional (MT-Prohevea) tem como meta transformar o Estado no segundo produtor de borracha natural do Brasil em um prazo de 15 a 20 anos.

Com o intuito incentivar a produção da heveicultura (seringueira) em Mato Grosso será realizada na próxima sexta-feira (10.09), em Nova Nazaré (780 km Leste de Cuiabá), uma reunião com lideranças políticas e produtores rurais sobre a cultura da seringa no Estado, no parque de exposições da cidade, às 9h. A entrada é franca. De acordo com o superintendente Estadual da Cultura da Heveicultura, Israel Antunes Marques, Mato Grosso é o terceiro produtor de seringa no país. “Nosso Estado tem potencial para crescer ainda mais por meio do fortalecimento das cadeias produtivas”, assegura o superintendente.

O Programa de Implementação da Heveicultura em Mato Grosso, por meio do programa MT-Regional (MT-Prohevea) tem como meta transformar o Estado no segundo produtor de borracha natural do Brasil em um prazo de 15 a 20 anos. A meta é promover num prazo de 15 anos, o plantio de 160 mil hectares seringueira junto a pequenos e médios produtores, assentados e tradicionais em todo o Estado, de forma a beneficiar 30 mil famílias rurais, num total de 120 mil pessoas. “Para um município com um milhão de árvores em produção equivalente a 2 mil hectares, teremos uma movimentação bruta de R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil) por mês, o que demonstra que a seringueira é uma excelente alternativa de renda para uma cidade”, diz.

O secretário-extraordinário de Projetos Estratégicos e do MT Regional, Renaldo Loffi, acredita que esse fortalecimento se dá por meio do trabalho e das ações realizadas pelos 15 Consórcios Intermunicipais, que vem desenvolvendo frente às prefeituras, em prol do fortalecimento das cadeias produtivas. “Essa reunião é de suma importância para esclarecer os produtores sobre as linhas de financiamentos e a rentabilidade da heveicultura. É uma forma de tirar as dúvidas e fomentar o cultivo”, reforça Loffi.


Fonte: O Documento



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Comentário(s) (1)


vorlei guchert disse:

22/11/2011 às 16:30

de certa forma seria uma boa,mas temos que pensar um pouco mais nas maneiras de repor essas áreas degradadas

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