Facebook Twitter RSS

Avanço e Pesquisa

Versão para impressão
A-
A+


24/01/2009

Eucalipto ajuda a diminuir degradação vegetal

O IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco) através de suas Estações Experimentais em Itapirema (Goiana) e Araripina, (Sertão do Araripe) vem realizando uma série de pesquisas para implantar o eucalipto em algumas áreas no Estado e, consequentemente, minimizar os efeitos da exploração desordenada da Mata Atlântica.

O IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco) através de suas Estações Experimentais em Itapirema (Goiana) e Araripina, (Sertão do Araripe) vem realizando uma série de pesquisas para implantar o eucalipto em algumas áreas no Estado e, consequentemente, minimizar os efeitos da exploração desordenada da Mata Atlântica.

Na Caatinga, por exemplo, a degradação já chega aos 40%. Espécies nativas como Umbuzeiro e Aroeira, mesmo sendo protegidas pela Legislação Florestal, estão ameaçadas em virtude das práticas extrativistas. Para a Mata Atlântica, o quadro não é muito diferente. Existe apenas cerca de 10% de mata ainda nativa. Diante desse quadro, o eucalipto pode ser utilizado como uma importante ferramenta no combate a degradação vegetal.

No IPA Itapirema, cerca de 3 mil mudas produzidas em casas de vegetação da própria Estação, já foram plantadas. Os cultivares gerados subsidiarão as ações do Programa de Eucalipto, que visa implantar a espécie em regiões da Zona da Mata do Estado. Hoje, parte dessa área é ocupada pelo cultivo da cana-de-açúcar.

Em Araripina, cinco espécies, cultivadas em 10 hectares, estão passando por testes de rendimento e produtividade. Além do plantio e acompanhamento de algumas variedades do gênero Eucalyptus, está sendo realizado um trabalho de avaliação. A cada seis meses, as variedades estão sendo medidas. Clones também estão sendo avaliados e algumas sementes selecionadas. Esse último processo considera, entre outras questões, as condições agroclimáticas de cada região.

A vantagem desse projeto é desenvolver ações que caminhem para o agronegócio do eucalipto e barrar, não só a exploração extensiva dos biomas pernambucanos, mas também incentivar o cultivo de uma fonte de energia renovável e com alto potencial produtivo. Atualmente, o material vegetal explorado nos dois biomas segue, em grande parte, para o Pólo Gesseiro do Araripe, onde é utilizado como lenha, e para a indústria da celulose.


Fonte: Fiesp - Adaptado por Celulose Online



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

19/02/2020 às 00:24

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para celulose?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


4534 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey