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Avanço e Pesquisa

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13/06/2012

Certificação de Manejo Florestal em Programas de Fomento

Dissertação de mestrado defendida no Departamento de Engenharia Florestal da UFV estudou a Certificação de Manejo Florestal em Programas de Fomento.

Vanessa Maria Basso e os professores envolvidos
O setor de base florestal vem se destacando nas últimas décadas, gerando emprego e renda em várias regiões do país, principalmente, através dos plantios florestais.
                Nos últimos anos, o aumento da demanda por produtos de origem florestal no mercado fez com que as empresas do setor iniciassem programas de expansão. Mas, devido às pressões socioambientais e aos altos custos de investimentos, essas organizações tem evitado o aumento de produção através da aquisição novas áreas. Uma das alternativas encontradas foi a criação de programas de fomento, dos quais os plantios são realizados em parcerias com produtores rurais.
                Com o aumento da área de fomento no Brasil, podem haver questionamentos por parte da sociedade da sustentabilidade ambiental, social e econômica deste sistema de produção. Para as áreas próprias essa sustentabilidade é atestada pela certificação do manejo florestal.
                Neste sentido, o presente trabalho teve como objetivo analisar o contexto e a aplicação da certificação florestal para os pequenos produtores florestais brasileiros.       Inicialmente, procurou-se entender o funcionamento destes programas de fomento no meio rural, analisando suas vantagens e benefícios. Verificou-se que há três setores do meio agrário que os tipos de programas se aproximam daqueles praticados no setor florestal, sendo eles: avicultura, suinocultura e fumicultura. Notou-se que os programas de fomento florestal são mais recentes que os outros, não tendo se consolidado completamente e necessitam de ajustes em seus contratos. Mas, de forma geral, conclui-se que além da especialização técnica aos produtores, esses programas trazem benefícios à sociedade, uma vez que há uma tendência cada vez maior de cobrança do atendimento dos requisitos legais e outras questões relacionadas aos aspectos ambientais e sociais nas propriedades.
                Também foi necessário entender o contexto do processo de certificação florestal no Brasil. Com isso, verificou-se a situação da certificação florestal no Brasil e no mundo, com foco nas certificações em grupo, de forma a analisar as perspectivas de certificação aos pequenos e médios produtores florestais. Como resultado verificou-se que as unidades de manejo com a certificação florestal no mundo são bastante expressivas, mas o percentual em grupo é pequeno. No Brasil a situação não difere, pois são somente sete certificados em grupo (7,8%), sendo todos referentes ao manejo de florestas nativas, localizados na Região Amazônica.
                Apesar das várias dificuldades para obtenção da certificação, acredita-se que a certificação em grupo é a alternativa mais viável para pequenos e médios produtores florestais brasileiros.
                E, por fim, avaliou-se um grupo de produtores florestais no atendimento aos princípios e critérios da certificação florestal. O objetivo foi avaliar a real situação dos produtores florestais brasileiros e quais são as principais dificuldades para a adequação ao processo de certificação. Como resultado verificou-se que todas as propriedades apresentaram algum tipo de não conformidade ao atendimento aos princípios e critérios da certificação. Os principais problemas encontrados estavam diretamente relacionados aos trabalhadores, desde falta de registros, pagamentos extras, condições inadequadas de trabalho, ausência de equipamentos de segurança, entre outros. As atividades que apresentaram os maiores problemas foram a aplicação de herbicidas e a colheita.
                Ao final pode-se concluir que a adequação das propriedades é um desafio e dependerá de um esforço conjunto dos produtores e das empresas fomentadoras.
Orientação e Banca
                Professor Orientador: Laércio Antônio Gonçalves Jacovine
                Professore Co-orientador: James Jackson Griffith
                Banca: Aurea Maria Brandi Nardelli, Ricardo Ribeiro Alves, Agostinho Lopes de Souza.                  
Para acesso à dissertação completa, acessar o link:
http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/4/TDE-2011-12-08T084501Z-3385/Publico/texto%20completo.pdf




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