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06/03/2013

Programa pretende elevar produção de borracha da Bahia e tornar Estado autossuficiente

Serão investidos R$ 1,6 bi de 2014 a 2040; meta é crescer produção de 17 mil toneladas para 146 mil toneladas ao ano.

Na ultima segunda-feira, a Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia (Seagri) vai lançou o Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural (Prodebon), com o apoio técnico da Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira (Ceplac) e parceira da cadeia produtiva da borracha. O objetivo é que o Estado atinja a autossuficiência em borracha natural com o aumento da produção e melhoria da qualidade. 

A Bahia é hoje o terceiro produtor brasileiro de borracha natural, com terceira maior área plantada de seringueira do país. Com o desenvolvimento do programa, pretende-se elevar a produção de 17 mil toneladas de borracha seca em 2011 para 146 mil toneladas em 2040. Além disso, o programa visa aumentar também a renda da produção de borracha, no setor primário, subindo dos atuais R$ 101,8 milhões para R$ 863,2 por volta de 2040, quando todas as áreas estiverem com a produção estabilizada.Nas agroindústrias espera-se a evolução de R$ 138,3 milhões por ano para 1,17 bilhão no mesmo período. 

Para isso, serão implantados 100 mil hectares de seringueira em sistemas agroflorestais entre 2013 e 2031, contando com um investimento de R$ 1,6 bilhão durante o período. Do total dos recursos, R$ 250 milhões estão sendo destinados ao plantio de 25 mil hectares de seringueira em substituição a eritrina na modernização de plantios e cacau. Outros R$ 1,35 bilhão serão para o plantio simultâneo de 75 mil hectares de sistemas agroflorestais com seringueira, cacau e outros cultivos. 

O programa prevê beneficiar 18 mil agricultores familiares e 3 mil propriedades rurais, distribuídas em sete Territórios de Identidade: Agreste Alagoinhas/Litoral Norte, Baixo Sul, Extremo Sul, Litoral Sul, Médio Rio das Contas, Recôncavo e Vale do Jiquiriçá. Também serão beneficiados os médios e grandes agricultores organizados em associações e cooperativas e produtores individuais interessados em investir na heveicultura.


Fonte: GLOBO RURAL ON-LINE



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