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06/05/2013

Fibria: obra em fábricas custará R$ 47 milhões

Reparos em duas fábricas começam domingo, vão durar 16 dias e envolvem 1,8 mil trabalhadores

Fábricas receberão investimentos

Cerca de 1,8 mil profissionais de 90 empresas do setor de metalmecânica– a maioria delas é capixaba – estarão trabalhando durante 16 dias na manutenção dos equipamentos das fábricas A e B da Fibria, na unidade de Barra do Riacho, no Estado.

A indústria de celulose vai investir R$ 47 milhões na revisão das duas fábricas. O diretor de manutenção da companhia no Espírito Santo, Aureo Machado Neto, explicou que desse valor, R$ 33 milhões serão destinados ao pagamento aos serviços que serão prestados pelas empresas. Os outros R$ 14 milhões serão gastos na recuperação de parte dos equipamentos das fábricas que serão substituídos durante a parada.

A parada das fábricas, que será iniciada no próximo domingo, foi agendada há três anos. A programação antecipada é necessária para evitar que mais de uma unidade faça a interrupção da produção no mesmo período. Se isso acontecer, poderá haver falta de profissionais para executar os serviços, explica Neto.

A Fibria tem três fábricas de celulose em Barra do Riacho. Em janeiro último foi realizada a manutenção da fábrica C, ou terceira planta. No domingo começam os serviços de inspeção e manutenção da fábrica A, que ficará parada até o dia 12. No período de 13 a 21 de maio será a vez da fábrica B parar a produção e passar pela inspeção e manutenção.

Os serviços de inspeção e manutenção são feitos anualmente nas plantas de celulose. A parada, explica o diretor, é preciso para que sejam feitas a inspeção nas caldeiras, que são um dos principais equipamentos das fábricas de celulose, e também as demais manutenções que se fizerem necessárias.

Prevenção

O objetivo principal da parada geral das fábricas é evitar problemas nos equipamentos e garantir a segurança dos trabalhadores. “Costumo dizer que é o processo é mais ou menos como se você tivesse um avião que voa o ano inteiro e a cada ano ele pararia em um aeroporto e ficaria parado por 10 dias para fazer a manutenção”, explica o diretor da Fibria.

Das 90 empresas que prestarão serviço para a Fribra, 51 são do Espírito Santo, sendo a maioria de Aracruz. O indicador, explica Neto, “revela a filosofia da Fibria de priorizar fornecedores locais”. O investimento da companhia em manutenção, argumenta, contribui para movimentar a economia da região num momento importante, em que o setor metalmecânico passa por retração de mercado.

As paradas de manutenção de grandes indústrias absorve o serviço de empresas que são especializadas na área. A atividade geralmente demanda serviços especializados que requerem conhecimentos específicos.

É o caso de trabalhos como reparos internos de caldeira, substituição de rolos das máquinas de secagem e inspeção na caldeira de recuperação.


Fonte: A Gazeta



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