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15/05/2013

Fibria inaugura novo aterro industrial em Aracruz

A empresa investiu cerca de R$ 15 milhões na construção do novo aterro industrial

A Fibria inaugura neste mês de maio o Aterro C, área preparada para receber os resíduos industriais gerados pela empresa que não puderem ser reaproveitados para outros fins. Localizado a aproximadamente 5 km da fábrica, em Aracruz (ES), nas proximidades do Aeródromo Primo Bitti, o novo aterro foi construído de acordo com as melhores técnicas de engenharia ambiental e envolveu investimento da ordem de R$ 15 milhões.

O Aterro C está preparado para receber resíduos classificados como Classe II A e II B, que não são considerados perigosos, como areia, cinzas, dregs e gritz (resíduos sólidos gerados no processo de recuperação do licor de cozimento da madeira), lama de cal, entulhos de demolição (terra, concreto, vidros etc.).

De acordo com as metas definidas pelo Comitê de Sustentabilidade da Fibria, a empresa planeja elevar ainda mais o índice de reciclagem de resíduos. “Até 2025, nossa meta é reduzir em 91% a quantidade de resíduos sólidos industriais destinados a aterros”, observou Wanderlei David Pereira, gerente de Recuperação e Utilidades da Fibria.

Composto por duas células escavadas com profundidade de 6 metros, quando estiver totalmente ativado o Aterro C vai ocupar uma área de aproximadamente 44 hectares. Nesta primeira fase, está entrando em operação a primeira célula, que ocupa cerca de 44% da área disponível. A segunda célula deve entrar em operação dentro de quatro anos. A expectativa é de que a vida útil do Aterro C seja de aproximadamente 20 anos.

Controle ambiental

Um dos diferenciais do novo aterro da Fibria diz respeito aos mecanismos de controle a fim de evitar eventual contaminação do solo pelo chorume, líquido característico gerado nesse tipo de instalação. Além de ser revestido por 250.000 m2 de manta de Polietieleno de Alta Densidade (PEAD) com 1,5 mm de espessura, o Aterro C conta com um sistema de “dreno-testemunho”, uma rede-espelho da rede de coleta principal de chorume localizada abaixo da manta impermeabilizante. Se houver qualquer vazamento na linha principal, o “dreno-testemunho” acusa, facilitando a correção do problema.

“Trata-se de um sistema inovador e que, segundo o Instituto Estadual do Meio Ambiente (Iema), servirá como referência para instalações semelhantes que vierem a ser implantadas no Espírito Santo”, observou o coordenador de Projetos e Engenharia da Fibria, Fernando Ramiro Martins Junior, que coordenou a implantação do novo aterro. Ele destacou que quando as células escavadas estiverem cheias os resíduos serão depositados em formato de pirâmide. “Serão mais três níveis acima do solo, otimizando o uso do espaço”, explicou Ramiro.

Mão de obra local

O projeto foi executado pela empresa Hidroplan Construções, de Presidente Venceslau (SP), que contou com a participação da Edificar Construtora, de Aracruz (ES), responsável pelas obras civis. Com base na premissa da Fibria de privilegiar a contratação de trabalhadores locais, mais de 80% dos trabalhadores que atuaram na execução do projeto foram recrutados em municípios da área de influência da empresa.


Fonte: CeluloseOnline



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