Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


11/11/2013

Brasil quer selar compromisso global para garantir clima mundial

Google

A Conferência das Partes (COP 19) da Convenção do Clima, que deve focar no início da construção de um compromisso global quando expira o Protocolo de Kyoto, começa hoje (11) na Varsóvia, na Polônia. Essa edição do evento, a exemplo das anteriores, é importante para discutir os avanços e os desafios para atingir esse objetivo. Entre eles, destaca-se a necessidade de adaptação da civilização humana e de ambientes naturais; além de investimentos em ações de mitigação dos impactos das mudanças, de modo que sejam mais tênues e menos prejudiciais à vida no planeta.

Para Marcin Korolec, ministro do Meio Ambiente da Polônia, o mundo precisa estar preparado para garantir segurança e qualidade de vida para seus nove bilhões de habitantes. “Com criatividade, o mundo pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa ao mesmo tempo em que cria oportunidades de trabalho, promove o crescimento econômico e garante melhores condições de vida às pessoas”, afirma Korolec, presidente designado para a COP19, em entrevista para o site oficial da COP 19. Esta é a segunda vez que a Polônia recebe uma COP do Clima, sendo que a primeira vez aconteceu em 2008 (COP14).

Brasil

O país está levando para a COP19 a ideia de que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU desenvolva uma metodologia simplificada para que cada país possa calcular sua responsabilidade histórica para o aumento da temperatura global. Para atingir esse objetivo, desde meados dos anos 90, o governo brasileiro defende a incorporação ao Protocolo de Kyoto da tese da ‘Responsabilidade Ambiental Comum, mas Diferenciada’.

O princípio da tese é que os países desenvolvidos - que historicamente contribuíram mais para o acúmulo de GEEs na atmosfera - tenham maiores responsabilidades que as nações em desenvolvimento, no que se refere à redução de emissões, embora todas as nações devam trabalhar em prol das questões ambientais. Esse princípio já é utilizado no Protocolo de Kyoto, que dividiu o mundo em dois blocos: um que teria compromissos de redução de emissões (países desenvolvidos) e outro que deveria estabilizar suas emissões (países em desenvolvimento). Portanto, o princípio é antigo, sendo novas a definição e a aplicação de um método para essa divisão. 


Fonte: CeluloseOnline



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

13/12/2019 às 20:20

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

O que você acha da implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR)?

Trará benefícios aos produtores rurais
Trará benefícios ao meio ambiente
Trará benefícios apenas para o governo
Trará benefícios aos produtores rurais, ao meio ambiente e ao governo
Não muda a situação dos produtores rurais, nem do meio ambiente

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


1188 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey