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17/09/2010

Arcelor deve dobrar produção de carvão em cinco anos

A ArcelorMittal Brasil S/A aumentará a produção de carvão vegetal em 116% até 2015.

Produção passará de 2,4 milhões de metros cúbicos/ano para 5,2 milhões.

A ArcelorMittal Brasil S/A aumentará a produção de carvão vegetal em 116% até 2015. A produção atual da empresa é de 2,4 milhões de metros cúbicos/ano. Nos próximos cinco anos deverá alcançar 5,2 milhões de metros cúbicos.
A companhia segue a tendência do setor siderúrgico que vem investindo na produção de insumos para atender a produção de aço e evitar exposição à oscilação de preços de matérias-primas.

O insumo produzido pela subsidiária ArcelorMittal BioEnergia abastece os dois altos-fornos da planta de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, e um equipamento da ArcelorMittal Inox Brasil (Acesita), em Timóteo (Vale do Aço). Além disso, produtores independente de ferro-gusa, que fornecem o insumo para a companhia, também são abastecidos pelo carvão produzido pela Arcelor.

O grupo siderúrgico também deverá até o próximo ano adaptar o alto-forno 2 da Acesita para a utilização do carvão vegetal. Os investimentos estimados no empreendimento são de US$ 95 milhões. A ArcelorMittal possui uma área de aproximadamente 170 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto entre Minas Gerais e Bahia.

Preços - Com os investimentos, a Arcelor ficará menos exposta ao incremento nos preços do carvão mineral, cerca de 75% em 2010. A alta do insumo, aliada ao minério de ferro, vem reduzindo as margens de lucro dos grupos siderúrgicos no Brasil, que estão registrando lenta recuperação.
A Arcelor possui plano de aportes da ordem de US$ 1,2 bilhão no Estado. A usina de João Monlevade (Vale do Aço), que hoje tem capacidade para 1,2 milhão de toneladas de aço bruto por ano será ampliada para 2,4 milhões.

Para a duplicação, será necessária a construção de uma nova sinterização, com que irá produzir 2,3 milhões de toneladas anuais, um novo alto-forno com capacidade de 1,12 milhão de toneladas que vai dobrar a produção de ferro-gusa e ainda uma terceira linha de laminação (1,15 milhão de toneladas/ano).
O complexo siderúrgico também vai dobrar a produção da aciaria, que atingirá após as inversões 2,4 milhões de toneladas de tarugos por ano. No pico dos trabalhos as obras vão exigir a contratação de 6 mil trabalhadores.


Fonte: Jornal Diário do Comércio - Adaptado por Painel Florestal



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