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11/11/2013

Brasil quer selar compromisso global para garantir clima mundial

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A Conferência das Partes (COP 19) da Convenção do Clima, que deve focar no início da construção de um compromisso global quando expira o Protocolo de Kyoto, começa hoje (11) na Varsóvia, na Polônia. Essa edição do evento, a exemplo das anteriores, é importante para discutir os avanços e os desafios para atingir esse objetivo. Entre eles, destaca-se a necessidade de adaptação da civilização humana e de ambientes naturais; além de investimentos em ações de mitigação dos impactos das mudanças, de modo que sejam mais tênues e menos prejudiciais à vida no planeta.

Para Marcin Korolec, ministro do Meio Ambiente da Polônia, o mundo precisa estar preparado para garantir segurança e qualidade de vida para seus nove bilhões de habitantes. “Com criatividade, o mundo pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa ao mesmo tempo em que cria oportunidades de trabalho, promove o crescimento econômico e garante melhores condições de vida às pessoas”, afirma Korolec, presidente designado para a COP19, em entrevista para o site oficial da COP 19. Esta é a segunda vez que a Polônia recebe uma COP do Clima, sendo que a primeira vez aconteceu em 2008 (COP14).

Brasil

O país está levando para a COP19 a ideia de que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU desenvolva uma metodologia simplificada para que cada país possa calcular sua responsabilidade histórica para o aumento da temperatura global. Para atingir esse objetivo, desde meados dos anos 90, o governo brasileiro defende a incorporação ao Protocolo de Kyoto da tese da ‘Responsabilidade Ambiental Comum, mas Diferenciada’.

O princípio da tese é que os países desenvolvidos - que historicamente contribuíram mais para o acúmulo de GEEs na atmosfera - tenham maiores responsabilidades que as nações em desenvolvimento, no que se refere à redução de emissões, embora todas as nações devam trabalhar em prol das questões ambientais. Esse princípio já é utilizado no Protocolo de Kyoto, que dividiu o mundo em dois blocos: um que teria compromissos de redução de emissões (países desenvolvidos) e outro que deveria estabilizar suas emissões (países em desenvolvimento). Portanto, o princípio é antigo, sendo novas a definição e a aplicação de um método para essa divisão. 


Fonte: CeluloseOnline



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