Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


09/12/2013

Brasileiros desenvolvem composto capaz de extrair poluição do ar

Professora Heloise Pastore (ao centro) com a equipe da Unicamp que desenvolveu o sólido, o pó branco no centro da mesa.

Um grupo de pesquisadores brasileiros da Universidade de Campinas (Unicamp) desenvolveu um método para extrair do ar o CO2, principal gás causador do efeito estufa. A criação brasileira pode ajudar a barrar o avanço das emissões de CO2 no Brasil, que entre 2006 e 2012 aumentaram 40%, segundo o Sistema de Estimativa de Emissão de Gases do Efeito Estufa (SEEG).

Tratam-se de sólidos de base mineral, mais eficientes do que o similar norte-americano, obrigatório em todas as geradoras de eletricidade e carvão dos Estados Unidos e recomendado pela União Europeia em uma diretriz sobre mudanças climáticas adotada em 2009.

“É um pó branco, parecido com talco”, explica a professora Heloise Pastore, coordenadora da pesquisa. “A versão desenvolvida nos Estados Unidos é líquida, corrosiva, tem forte odor e, como evapora, perde-se muito CO2 durante a reciclagem.”

A pesquisadora espera que o produto seja utilizado nas torres de descarga de gases das refinarias da Petrobras, que bancou o estudo. A ideia é evitar o escape do poluente durante a prospecção e transporte do petróleo.

No futuro, explica a professora, a criação poderá ser utilizada em torres no alto de prédios, nos escapamentos de carros e chaminés de fábricas. “Outra possibilidade é misturar o composto na tinta de parede. Mas de tempos em tempos será necessário retirar o produto e reciclá-lo.”

Reciclagem – A segunda fase dos estudos, prevista para começar no segundo semestre do ano que vem, vai se concentrar nas possibilidades de reciclar o CO2 capturado. “É possível produzir ureia para criar fertilizante ou resina, ou produzir carbonatos, usados como solvente e aditivo combustível”, explica a professora.

“Outra possibilidade é polimerizar o gás para transformá-lo em plástico ou hidrogenar o CO2 e criar metanol, o que se tornará mais viável se o hidrogênio utilizado para isso for produzido por meio de energia eólica, mais limpa e cada vez mais comum no Brasil.”


Fonte: Ambiente Brasil



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

21/10/2019 às 23:29

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para carvão?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


1068 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey