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14/03/2021

CARNE BOVINA ABASTECE O MUNDO*

O Brasil ocupa o 2º lugar na oferta mundial de carne bovina, e o 1º lugar como exportador; o rebanho bovino mundial abrange 1,28 bilhão de cabeças, com uma oferta de carne bovina de 60,3 milhões de toneladas (TEC) em 2020, e estimativa de 61,2 milhões de toneladas em 2021 (Seapa/USDA). Segundo o Relatório 2020 da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), essa entidade reúne 32 empresas associadas, com 146 estabelecimentos em 121 municípios brasileiros, e faturamento bruto de R$ 618,50 bilhões, a preços correntes de 2019, incluindo insumos, sanidade animal, genética, serviços, exportações e vendas internas.

CARNE BOVINA ABASTECE O MUNDO*
Nunca será demais repetir que a dimensão continental do Brasil, com seus 851,6 milhões de hectares e climas diversos permite que os produtores e empresários rurais desenvolvam culturas e criações o ano todo, portanto, a exigir também uma recorrente sintonia com os mercados interno e externo.
Além disso, antenados com a pesquisa agropecuária, bem como assistidos com regularidade e eficiência no processo de tomada de decisões no agronegócio carne bovina, que é igualmente estratégico no suprimento de alimentos, também no curso dessa pandemia virótica recorrente.
O Brasil ocupa o lugar na oferta mundial de carne bovina, e o lugar como exportador; o rebanho bovino mundial abrange 1,28 bilhão de cabeças, com uma oferta de carne bovina de 60,3 milhões de toneladas (TEC) em 2020, e estimativa de 61,2 milhões de toneladas em 2021 (Seapa/USDA).
Segundo o Relatório 2020 da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), essa entidade reúne 32 empresas associadas, com 146 estabelecimentos em 121 municípios brasileiros, e faturamento bruto de R$ 618,50 bilhões, a preços correntes de 2019, incluindo insumos, sanidade animal, genética, serviços, exportações e vendas internas.
Assim posto, esses foram os dados mais relevantes e consolidados em 2019: rebanho bovino brasileiro, 213,68 milhões de cabeças; 162,53 milhões de hectares foram utilizados pela pecuária brasileira (19,0% do território nacional); 43,3 milhões de cabeças de gado abatidas; 10,49 milhões de toneladas de carne bovina em equivalente carcaça (TEC).
E mais, em 2019, 8,01 milhões de toneladas (TEC) de carne bovina para abastecer o mercado interno (76,3% do total produzido); 1,86 milhão de toneladas de carne bovina exportada no valor de US$ 7,65 bilhões ou 16,5% maior que em 2018, sendo que a distribuição desse faturamento externo foi o seguinte: China, 35,1%; Hong Kong, 14,5%; Egito; 6,3%; Chile, 5,5%; UE, 8,0%; Emirados Árabes, 3,5%; Rússia, 3,0%; Irã, 3,0%; Arábia Saudita, 1,9%; EUA, 4,2%, outros, 15%.
Em 2020, as exportações de 2,02 milhões de toneladas de carne bovina processada e in natura somaram US$ 8,4 bilhões (Secex).
Vale salientar que as exportações do agronegócio mineiro na comparação do ano de 2006 com o de 2020 tiveram esses desempenhos em valores exportados: carne bovina de US$ 286,3 milhões para US$ 802 milhões (+ 180,1%); carne de suínos de US$ 27,1 milhões para US$ 40,3 milhões (+ 48,7%); e carne de frango de US$ 111,1 milhões para US$ 171,7 milhões (+ 54,4%)(Seapa/Mdic).
Esses cenários de produção de carnes implicam na difusão e adoção de tecnologias nas criações de pequenos e grandes animais, e no caso do sistema bovinocultura de corte engloba também um conjunto de boas práticas que passam pela genética e melhoramentos; alimentação balanceada; manejo de pastagens; cuidados veterinários; zootécnicos e agronômicos indispensáveis aos ganhos de produção, produtividade e qualidade da bovinocultura.
Por outro lado, em nível nacional, foram confinados 6,2 milhões de bovinos em 2020, que também dependem da oferta regular de bezerros à pecuária de corte, e essenciais à produção de carne bovina. Minas Gerais tem 389,6 mil criadores de bovinos dos quais 374,6 mil (96%) são pequenos e médios criadores; o rebanho bovino mineiro é de 22,49 milhões de cabeças (IMA/2016).
Os bovinos passaram a ser domesticados em torno de 4,3 a 4,4 mil anos no Egito e na Mesopotâmia. Contudo, a história começaria há 2,7 milhões de anos, quando os primeiros ancestrais hominídeos começaram a consumir carne vermelha a partir de sobras de carcaças, mas ainda sem dominar o fogo, segundo pesquisas da Paleontologia, que estuda os restos fossilizados de animais e vegetais (Vasco Picchi-Giro do Boi).
Outrossim, a oferta de carnes e leite associa-se também às culturas do milho e da soja, e à crescente demanda dos mercados por produtos saudáveis, acessíveis, nutritivos, rastreados e sustentáveis nas paisagens rurais.
Portanto, Ciência no campo e renda para quem planta e cria sinalizam fortemente os caminhos num mundo globalizante para tecnologias, produtos e serviços; e capacitando os produtores para lidar com as inovações tecnológicas nas singularidades dos estabelecimentos rurais, acessos aos mercados, e compartilhando saberes e experiências no trato do solo, das plantas e dos animais.  
*Engº agrº Benjamin Salles Duarte/março/21.
 
NOTA - O Levantamento da Conab, safra 2020/2021, revela: área de plantio, 68,3 milhões de hectares; produção; 272,3 milhões de toneladas de grãos, 16,9 milhões de toneladas maior que a de 2019/2020; e produtividade, 3.989 kg/ha; são 12 levantamentos!
 


Fonte: O Autor



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CIFlorestas disse:

13/04/2021 às 19:25

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