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23/08/2016

É possível utilizar resíduos oriundos da indústria moveleira para a produção de novas chapas?

Reprodução Google
A indústria moveleira no Brasil apresenta uma grande expansão e é um dos maiores consumidores de recursos naturais renováveis. O setor moveleiro é composto por cerca de 13.500 micros, pequenas e médias empresas. E estima-se que dentre empresas formais e informais esse número pode alcançar cerca de 50 mil negócios. A geração de resíduos já faz parte dos custos não só econômicos, mas também de ordem ambiental em diversos ramos industriais devido à grande quantidade de resíduos gerados. Estima-se, que entre 40 e 50% da matéria-prima é transformada em resíduos dependendo do processo. A utilização do resíduo gera uma menor exigência da alta quantidade de madeira inicialmente consumida como matéria prima, minimizando custos de aquisição da madeira e da eliminação dos resíduos gerados no processamento.
Visando esse cenário, o Graduado em Engenharia Florestal Rafael Santiago, da Universidade Federal de Viçosa, promoveu um estudo para mostrar a viabilidade técnica da utilização de resíduos oriundos da indústria moveleira para a produção de novas chapas. Os resíduos na forma de serragem e aparas foram processados em moinho de martelo e após a moagem foram selecionados em peneiras. Foram fabricadas chapas do tipo aglomerado, MDP, aglomerado com inclusão laminar e aglomerado com adição de partículas de Pinus, tendo 3 repetições cada, totalizando 12 chapas. Foram determinados a densidade, o teor de umidade, a absorção de água e o inchamento em espessura após 2 horas de imersão.
O tipo de partícula influenciou nas propriedades físicas das chapas de aglomerado, as chapas produzidas apenas utilizando resíduos de MDF apresentaram uma densidade superior ao valor pré- estabelecido, por ter uma maior compactação. De modo geral, conclui-se que é tecnicamente viável a produção de chapas com resíduos da indústria moveleira.
Esse e outros trabalhos do Setor Florestal 
podem ser encontrados na nossa Bibioteca Florestal Digital.


Fonte: Mariana Barbosa - Polo de Excelência em Florestas



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