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25/01/2012

Impacto Ambiental de Plantações Florestais

Elias Silva publica artigo sobre o Impacto Ambiental de plantações florestais

Professor Elias
Professor do Departamento de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Viçosa - UFV, Elias Silva, publica artigo sobre Impacto Ambiental de Plantações Florestais. Confira uma breve introdução do artigo abaixo.

Por serem conceitualmente empreendimentos, na medida em que ocupam 
espaços e exigem ações para a sua implantação, manutenção e colheita, esta última de 
produtos madeireiros e,ou não-madeireiros, as florestas comerciais, entre elas as 
constituídas do gênero Eucalyptus (eucalipto), geram impactos ambientais adversos e 
benéficos.
Com efeito, a par da ocorrência de impactos ambientais adversos de algumas 
de suas atividades, reconhece-se a importância ecológica da silvicultura intensiva, na 
medida em que as plantações florestais desempenham funções ambientais até de 
âmbito planetário, como a diminuição do aquecimento global, pelo “seqüestro” de gás 
carbônico. De outra parte, é óbvia a contribuição do setor para a economia nacional, 
pois viabiliza a oferta de produtos diversos  – papel, celulose, carvão vegetal, resina, 
móveis, dentre outros  – para atender os mercados interno e externo, ademais de 
oferecer oportunidades de emprego e renda.
No entanto, considerando a sua condição de empreendimento impactante e o 
advento do ambientalismo no Brasil, o setor florestal tem experimentado, há  tempos, 
uma série de críticas ao seu conjunto de atividades (SILVA, 1994;  SILVA, 1995), que 
certamente estão relacionadas à desinformação e, em alguns casos, à escassez de 
estudos que avaliem claramente todos os seus efeitos ambientais. 
Neste sentido, mais recentemente, em face da instituição do Sistema Nacional 
de Unidades de Conservação – SNUC - pela Lei Federal 9.985, de 18 de julho de 2000, 
questionamentos têm sido feitos quanto à viabilidade ambiental de se implantar e,ou 
manter florestas comerciais – notadamente eucaliptais – em zonas de amortecimento 
de unidades de conservação. Assim, é objetivo deste documento fornecer 
subsídios quanto a esta questão. Para tanto, com a finalidade de melhor esclarecer os 
fatos, em forma seqüencial serão incluídas informações sobre os elementos 
constituintes de um empreendimento florestal; seus principais impactos ambientais 
adversos e benéficos; e a viabilidade ambiental dos mesmos em zonas de 
amortecimento de unidades de conservação.
Para ler o artigo na íntegra, clique aqui!


Fonte: CI FLORESTAS



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Comentário(s) (13)


ELIAS SILVA disse:

03/04/2013 às 13:16

Prezado Sr. Eustáquio Simplício:

Agradeço-lhe pelo convite. Todavia, devido a inúmeros compromissos, não posso atendê-lo.

Atenciosamente.

Prof. Elias

Eustáquio Simplício disse:

02/03/2013 às 22:20

Boa noite professor!
Gostaria de convidá-lo para ministrar 8 horas-aula de uma disciplina denominada Impactos e Danos Ambientais dia 25.05.2013 para um curso stricto sensu.
Caso tenha disponibilidade e interesse, entrar em contato.
Obrigado.

ELIAS SILVA disse:

31/03/2012 às 10:31

Caro Amigo José Geraldo:

Fico honrado por ter lido o material. Você se constitui em uma referência para mim!

Receba um afeuoso cumprimento ufeviano.

Elias

José Geraldo Mageste da Silva disse:

30/03/2012 às 12:47

Parabéns aos Colegas Elias Silva e Denimar Rodrigues (Vidraça), pelas manifestações abaixo.
Sempre tenho a Tese do Elias (citada no Artigo) como um livro de cabeceira. Ela é uma referência neste assunto e por muito tempo se mostrará atual.
As vezes fico repetindo o questionamento do Colega Denimar. Conversando com um Canadense ele me explicou que no Brasil chamamos povoamentos de eucalipto de Floresta. Também tenho lido "Floresta Plantada". Ora, quando fazemos um plantio de eucalipto, fazemos uma plantação como cana, feijão, milho, etc. Para plantarmos floresta teriamos que plantarmos inúmeras especies florestais. Inclusive respeitando as pioneiras, secundárias, clímax. Se referimos aos povoamentos homogêneos como "Floresta" a sociedade nos cobrará os benefícios de uma floresta, principalmente no que diz respeito à biodiversidade. Defendo a idéia de que principalmente nós Profissionais Florestais, devemos evitar permanentemente, o uso do Termo FLORESTA quando nos referimos a povoamentos homogêneos.
Carregarei comigo, por muito tempo, a lembrança amarga de ter visto ser aprovada uma condicionante do Sistema de Gestão de Meio Ambiente de MG, na Regional de Diamantina, onde eu era Conselheiro: "Pintar as casas dos moradores no entorno do Planio de Eucalipto para haver redução do impacto negativo da plantação".
Quando era Gerente de Meio Ambiente da Bahia Sul (Hoje Suzano Papel e Celulose), tínhamos um problema sério de caçadores nas nossas áreas de plantações de eucalipto mais antigas. Então, tínhamos ou não diversidade biológica na paisagem?
Com a Instituição do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) veio uma preocupação adicional para expansão dos povoamentos homogêneos de produçao de madeira. Passaram a ser rejeitados nas Zonas de Amortecimento das UC´s. Lamentavelmente. Pior ainda, foi a criação de Inúmeras UC´s apenas no papel. A Região Noroeste de MG, principalmente os Vales do Jequitinhonha e Mucuri têm pago um preço alto com esta interpretação tendenciosa.
As interpretações do Prof. Elias elucidam muito esta questão. Devemos dar divulgação a elas.

saudações florestais,

J. Geraldo ("Teixeiras")

ELIAS SILVA disse:

07/02/2012 às 13:52

Caríssimos Drs. Joésio Siqueira e Evaristo Terezo:

Sinto-me honrado que tenham lido o artigo e estejam em sintonia com o nosso pensamento sobre os empreendimentos florestais.

Deixo-lhes sincero agradecimento e um caloroso abraço "florestal".

Elias Silva

joesio siqueira disse:

07/02/2012 às 08:42

Elias
seu artigo é simplesmene brilhante! Deve ser lido por todos os interessados em projetos silviculturais.
meus parabéns.
joesio siqueira

Evaristo Terezo 4ª Turma de Eng. Florestais no Brasil disse:

06/02/2012 às 21:41

O Brasil ainda continuaria importando papel se não fossem as plantações de eucalipto. E, mais, a floresta amazônica ainda seria a maior do mundo?

Há um movimento internacional para impedir o reflorestamento. As taxas de produtividade do Brasil são muito altas comparadas com a produtividade das fllorestas de clima temperado. A disputa por mercado é impressionante. O Banco Mundial também está nessa!

Com apenas 8 anos de idade estamos exportando TECA para a Índia, o maior consumidor, a preços de US 350,00 o metro cúbico com espessura de até 5". Consegue este preço com outra madeira?

A luta do mercado de madeira é intensa.

ELIAS SILVA disse:

04/02/2012 às 10:50

Cara Sra. Isabel Dias Araujo:

Na condição de pesquisador da área, fico muito satisfeito que se interesse pelo tema reflorestamento. Espero que tenha oportunidade de ler o nosso artigo na íntegra!

Grande abraço.

Elias Silva

Isabel Dias Araujo disse:

03/02/2012 às 18:53

Boa noite!
È otimo e oportuno assunto,
alem de ser meu interesse atualmente: O reflorestamento com fins lucrativo.
Quero ler mais em breve.

Grata,

Isabel Dias

ELIAS SILVA disse:

31/01/2012 às 19:18

Caríssimo Amigo Denimar Rodrigues:

Agradeço-lhe pela atenção em ler o artigo. Espero que o mesmo contribua para o necessário conhecimento sobre o papel das florestas implantadas em termos ambientais, já que este é o propósito maior do trabalho.

Deixo-lhe grande abraço e um afetuoso cumprimento ufeviano.

Elias Silva

Denimar Rodrigues disse:

31/01/2012 às 17:29

Parabens pela matéria e pelo estudo que vem demostrando sobre florestas plantadas, apesar de necessitarmos de mais estudos sobre as mesmas, que como toda cultura exótica e plantada em forma monocultural, não entendo o porquê de tantas críticas negativas por parte de quem nada entende ou conhece.
Denimar-São Félix do Xingu PA

ELIAS SILVA disse:

31/01/2012 às 11:42

Prezado Sr. Amarildo Porto Araújo:

Em sintonia com vossa percepção, e na forma de uma função ambiental, o nosso artigo menciona o seguinte sobre as florestas implantadas: "Diminuição da pressão sobre os remanescentes de vegetação nativa: Ocorre uma diminuição da pressão sobre os remanescentes vegetais nativos, pois se conta com altas produtividades e material homogêneo nos plantios florestais, uma vez que estes são pressupostos básicos para este tipo de atividade."

Enfim, dentre outros serviços, as florestas implantadas também diminuem a pressão sobre as nativas, sem sombra de dúvida.

Agradeço muito sua opinião e participação.

Grande abraço.

Elias Silva


AMARILDO PORTO ARAUJO. disse:

30/01/2012 às 15:03

lembre-se muito bem... se náo fosse ás florestas criadas pelos homens, ainda teria florestas NATIVAS?

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