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16/11/2010

Irani Celulose aparece na 3ª posição do relatório FBDS

Graças à inclusão da sustentabilidade nas estratégias de negócio, a Irani Celulose está entre as dez brasileiras que levam o assunto a sério.

Graças à inclusão da sustentabilidade nas estratégias de negócio, a Irani Celulose, empresa do Meio-Oeste catarinense, está entre as dez brasileiras que levam o assunto a sério. É a única do estado a compor a lista.

A companhia ficou em 3º lugar na análise dos relatórios de sustentabilidade no ano passado, feita pela FBDS (Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável). 

Segundo o diretor de administração e finanças da empresa, Odivan Cargnin, o prêmio revela amadurecimento das ações já que, em 2008, a empresa estava em 8º lugar no ranking.

Para conquistar o aperfeiçoamento das ações, a Irani investe em metas sociais e ambientais, que trazem retorno dentro e fora do parque fabril. Além de fortalecer a marca da empresa.

Uma delas é diminuição na emissão de poluentes. A cada tonelada de gás carbônico que deixa de ser emitida na atmosfera, a empresa ganha um crédito de carbono, como prevê o protocolo de Kyoto.

Uma caldeira abastecida com pedaços de madeira de eucalipto e resíduos florestais dá conta de 30% da demanda de energia empresa. O objetivo é reduzir o consumo da força proveniente de recursos não renováveis, como a elétrica.

Outra vantagem é que todo o material queimado seria depositado em aterros sanitários. O processo de decomposição dessa madeira gera gás metano, que é 21 vezes mais poluente que o carbônico, liberado pela operação da caldeira.

Rejeito de celulose vira artesanato

As peças ainda não foram lançadas oficialmente no mercado artesanal. Só que muitas pessoas querem adquirir os produtos e valorizar a iniciativa. O rejeito de celulose da Irani está deixando de ir para o meio ambiente e virando motivo de orgulho para 13 artesãos de Vargem Bonita, no Meio-Oeste.

A empresa produz, diariamente, cerca de 20 toneladas do rejeito. Por enquanto somente parte desta quantidade está sendo utilizada, mas a intenção é expandir a produção.


Fonte: Painel Florestal ( Com informações da assessoria)



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