Facebook Twitter RSS

Notícia

Versão para impressão
A-
A+


08/08/2013

Resíduos industriais de C&P podem gerar biocarvão

Informações foram discutidas durante Workshop Brasil-Japão

Foto: Google

Produzido pelo aquecimento de biomassa na ausência de oxigênio ou com baixos teores desse gás, o biocarvão é o processo conhecido como carbonização. O produto foi tema de discussão do III Workshop Brasil-Japão que aconteceu na última semana em Curitiba (PR) e contou com professores de universidades japonesas e pesquisadores de diversas instituições brasileiras. Os participantes discutiram resultados de pesquisas e definiram as próximas ações sobre o tema. 

Entre os resultados imediatos do encontro está a formatação de um novo projeto de parceria com as instituições japonesas, liderado pela Universidade de Kyushu, a ser submetida pela Japan Science and Technology Agency, consolidando o intercâmbio e troca de experiências e pesquisas entre Brasil e Japão no tema do biocarvão.

Durante o evento, os pesquisadores apresentaram resultados de testes toxicológicos com indicadores da microfauna do solo. "Os resultados de pesquisas já demonstraram que não há impedimento ambiental para o uso do biocarvão", revela Etelvino Novotny, pesquisador da Embrapa Solos e coordenador de um projeto nacional de pesquisa com biocarvão. Segundo ele, a pesquisa mostrou que não há efeitos negativos para estes indicadores. "Inclusive, pode haver o aumento destes microorganismos”.

Brasil
Nas pesquisas realizadas no Brasil para produção de biocarvão, são testados resíduos orgânicos urbanos sólidos (restos de podas de árvores, lodo de esgoto, lixo urbano), resíduos agrícolas (biomassa florestal e seus resíduos), resíduos industriais (da indústria de papel e celulose, por exemplo) e materiais de origem animal (ossos, estercos). 

A pesquisadora Claudia Maia, da Embrapa Florestas, explica que geralmente são utilizados resíduos de difícil descarte, o que pode auxiliar indústrias a reduzir passivos ambientais. "Para o produtor rural, é uma forma de melhorar a sustentabilidade de sua produção”, mostra. Além do biocarvão, podem ser gerados bioóleo e biogás, combustíveis substitutos do petróleo, em quantidades que dependem do tipo de pirólise empregado.


Fonte: Celulose Online



Publicidade


Deixe seu comentário no espaço abaixo ou clique aqui e fale conosco.


Nome: Email (não aparecerá no site):




Comentário(s) (0)


CIFlorestas disse:

22/07/2019 às 20:09

Nenhum comentário enviado até o momento.

Novidades do Site


Quer divulgar sua empresa ou está buscando uma empresa florestal?

As mais lidas


Pensamento

A melhor maneira de realizar os seus sonhos é acordar.
Paul Valéry

Vídeo

Bureau de Inteligência

Análise Conjuntural
Editais
Produções Técnicas

Patentes
Cartilha Florestal
Legislação



Publicidade

Mercado

Cotações
Câmbio
Mapa Empresarial


Enquete

Do ponto de vista técnico e operacional, qual é a melhor unidade para comercialização da madeira para celulose?

volume de madeira sólida (metro cúbico)
tonelada de madeira
metro estéreo ou metro de lenha
unidade ou peças de madeira

Receba no seu email

Análise Conjuntural

Estudo e análise de especialista sobre o mercado de florestas.

Newsletter

Receba as novidades do setor de florestas no seu email.

Nuvem de Tags


1908 visitas nesta página

Polo de Excelência em Florestas

Parceiros

AMS  |   ECOTECA DIGITAL  |   EMBRAPA FLORESTAS  |   EPAMIG  |   FAEMG  |   INTERSIND  |   LARF  |   MAIS FLORESTAS  |   MAPA  |   SEAPA  |   SEBRAE  |   SECTES  |   SEDE  |   SEMAD  |   SIF  |   UFLA  |   UFV  |   UFVJM  |   UNIFEMM  |  

Colaboradores

ACELERADORA DE  |   AGROBASE  |   AGROMUNDO  |   APABOR  |   BRACELPA  |   CIENTEC  |   FAPEMIG  |   FINEP  |   IEF  |   LATEKS  |   PAINEL FLORESTAL  |   TRATALIPTO  |   UFV JR. FLORESTAL  |  
Desenvolvido por Ronnan del Rey