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09/05/2012

Sacolinhas: campanha reduz em 90% o número de embalagens nos mercados

Presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Galassi. (FOTO: APAS/DIVULGAÇÃO/JC)

Depois de 30 dias do início da campanha para incentivar os consumidores a usarem sacolas retornáveis, houve a redução de 90% do número de sacolas plásticas nos supermercados paulistas, em relação ao mesmo período de 2011.

Como parte da campanha de conscientização, no dia 15 de março, foram distribuídos 5,2 milhões de sacolas reutilizáveis em todo o Estado de São Paulo, ação que será repetida em 2013.

Adesão
De acordo com a Apas (Associação Paulista de Supermercados), desde o dia 4 de abril, 90% dos supermercados paulistas aderiram à campanha.

Segundo o balanço apresentado pelo presidente da Associação, João Galassi, durante a abertura da Feira Apas, na última segunda-feira (7), empresas grandes, médias e pequenas de todo o estado aderiram à campanha. “Trata-se de um movimento global em torno da sustentabilidade e os supermercadistas de São Paulo que estão conscientes e unidos em torno dessa questão”, afirma.

Mesmo sem existir uma lei em São Paulo que proíba a distribuição de sacolas, a campanha segue os termos do acordo firmado entre o Ministério Público, Procon-SP e APAS. Entre outras ações, este acordo prevê a obrigação dos supermercados oferecerem uma opção de sacola reutilizável por até R$ 0,59.

Conscietização pelo Brasil
Seguindo o exemplo de São Paulo, outros estados também aderiram à campanha. Em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, a prática foi instituída por meio da Lei Municipal nº 9529/2008 e completou um ano em abril. Segundo a AMIS (Associação Mineira de Supermercados), no período, aproximadamente 160 milhões de sacolinhas deixaram de ser jogadas no meio ambiente.

De acordo com a Apas, levar ecobags para as compras virou rotina para 95% dos consumidores mineiros, enquanto 5% preferem usar carrinhos ecológicos, mochilas e sacolas biocompostáveis.

Com a quase extinsão do uso de sacolas descartáveis na capital mineira, a lei conseguiu baixar o consumo diário de 450 mil sacolinhas para cerca de 13 mil unidades nos supermercados, uma queda de 97%.

No Espírito Santo, desde janeiro de 2012, os supermercados também não entregam mais sacolas que agridem o meio ambiente. A alternativa foi cobrar pela sacola plástica para inibir o consumo. A iniciativa foi criada pela Acaps (Associação Capixaba de Supermercados) em conjunto com a Aces (Associação Comunitária do Espírito Santo), além do apoio do Ministério Público local.

No Distrito Federal o projeto de lei que dará prazo de um ano para os supermercados só distribuírem sacolas biodegradáveis sob pena de ganharem multa ou mesmo a interdição do estabelecimento aguarda sanção.

No Ceará, os supermercados já oferecem as caixas de papelão, e algumas redes já suspenderam a distribuição das sacolas descartáveis no estado.

Em Maringá, no Paraná, o Walmart ensina as crianças a mudarem os hábitos da família e dá desconto nas compras para os clientes que usam reutilizáveis. Como resultado, a cidade conseguiu reduzir em 14 milhões o número de sacolas que eram lançadas no meio ambiente.


Fonte: Yahoo



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Comentário(s) (1)


James disse:

11/05/2012 às 09:10

Da um embrulho no estômago toda vez que vejo uma notícia sobre este assunto. Ainda mais vindo de um site que acompanho sempre.
Utilizar o mote sustentabilidade para as sacolinhas é achar que a população é ingênua.
Se a preocupação é tão grande com o plástico, porque o setor supermercadista não deixa de comprar toda mercadoria que venha com plástico? Se a questão é sustentabilidade, porque o setor supermercadista não verificam se seus fornecedores estão com os devidos caminhões regularizados? São tantas questões!
lamentável propagarem uma mensagem como essa.

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