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06/10/2011

Vantagens do uso de insetos no controle de pragas e doenças

O controle biológico consiste no uso de organismos vivos para o controle de populações de outros organismos. Por isso, para fazer o controle de pragas e doenças, o agricultor pode usar insetos predadores naturais, fungos ou bactérias.

Para falar sobre assunto, o Prosa Rural desta semana convidou o pesquisador Carlos Gava e a técnica Farah Gama, da Embrapa Semiárido (Petrolina/PE).

Gava destaca, no entanto, que assim como toda tecnologia, o controle biológico também tem suas limitações. Por isso, é preciso conhecer muito bem a cultura e a praga a ser controlada. Se a população de insetos-praga é muito alta na área, pode ocorrer de o número de insetos biológicos não ser eficiente. "Então, é preciso conhecer muito bem a praga, saber quando ela ocorre, em que momento deve-se começar o controle e fazer o monitoramento do ataque das pragas", revela Gava durante sua participação no Prosa Rural.
 
Para Gava, a principal estratégia para manter os insetos controladores de pragas próximo às culturas é a existência de refúgios -- áreas em que o agricultor deixará a vegetação natural ou nativa a fim de que os insetos possam migrar desta área para as de cultivo e vice-versa. "Outro alternativa é a aquisição de insetos nas biofábricas e, em alguns casos específicos, multiplicar esses insetos na propriedade".
 
Segundo a Embrapa Semiárido, o emprego do controle biológico é acessível tanto aos agricultores de base familiar que plantam em pequenas áreas, quanto para empreendedores que investem em plantios de grandes extensões. O que se observa, por um lado, é que o emprego dos "insetos do bem" evita o uso indiscriminado de produtos químicos e, em conseqüência, inibe a ocorrência de problemas relacionados à resistência de pragas aos inseticidas.
 
Saiba mais sobre como produzir forragem com o uso de água e ureia ouvindo o Prosa Rural desta semana, o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).


Fonte: cfmv.org.br



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